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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

EXISTE VIDA APÓS AS FESTAS DE FINAL DE ANO E VOCÊ VAI SOBREVIVER!

Aposentados em Festa!!!!


“Algumas pessoas deixam de viver por medo de morrer, deixam de amar por medo de perder”.
O alerta é dado, logo que se iniciam os primeiros comerciais de natal, das festividades de final de ano isso para muitos é um terror, que caem, duramente sobre um estado comum nas festividades de fim de ano: a solidão.
Mas, porque será que tantas pessoas transformam essa data de final de ano num processo de dor, de sofrimento e solidão? Porque, os ciclos, as mudanças, sempre nos deixam reflexivos e introspectivos. E nesses momentos é preciso ter energia suficiente para mover-se e transformar a dor em lembrança boa, sabe, resignificá-la!
Existem famílias que conheço, e amigos, também, que perderam alguém querido e deixam, simplesmente, de celebrar as comemorações de final de ano por pura tristeza e isso me intriga sempre…Será esse o melhor caminho?
Não para os idosos de placido que logo após o revellon a associação dos aposentados de placido de castro em comum ação do ponto de cultura Pacatuba Cultural,tal qual é de proposição da entidade, que há 14 anos vem realizando ações volta ao bem esta social da classe idosa de placido de castro,dito como bibliotecas vivas,de conhecimentos de vida inigualável e singular a cada um.
No final de semana dos dias 08 e 09 de janeiro de 2011,foram realizadas festa de confraternização,para estender as relações sociais da entidade e do ponto junto a comunidade. As festa foram levada ao som de muita alegria e firmação de pessoa que é idosa,mas que porem esta ativa no seu doar de saber conquistado na longa tragetoria de vida.
As festa ocorreram na cede da associação e no barracão do bairro do João Moreira Maia,onde idosos se encontra em reuniões aberta e ensaio da quadrilha junina dos idosos.

E, Olha, comemore o Natal intensamente, Viva as Festas de Final de ano com todo o seu vigor, pois elas passam… E, não esqueça, você vai sobreviver!

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Não vim pra ficar

Não vim pra ficar
Não reserve um espaço no armário pra me acostumar
Não espere no horário arrumada na sala de estar
Não pretendo trazer minha vida pro seu bangalô

Não vim pra ficar
Não separe um cantinho pra eu ler o jornal no sofá
Não pergunte o que eu gosto, que vai me fazer pro jantar
Me desculpe o mau jeito que é o jeito que eu sou

Não vim pra ficar
Não me guarde uma escova de dentes, não vou pernoitar
Não faz cópia da chave, não quero invadir o seu lar
Quero vir como sempre, feito um beija-flor

Não vim pra ficar
Não me põe monograma na fronha da gente deitar
Não pendure no tanque gaiola pro meu sabiá
Não faz do nosso encontro uma obrigação, por favor

Não vim pra ficar
Eu não quero assumir compromisso da gente juntar
Por enquanto é melhor não mexer, deixe assim como está
Vamos ver que destino vai ter nosso amor.

(Wilson das Neves e Paulo César Pinheiro)

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Os dois ou três

É impossível que o tempo actual não seja o amanhecer doutra era, onde os homens signifiquem apenas um instinto às ordens da primeira solicitação. Tudo quanto era coerência, dignidade, hombridade, respeito humano, foi-se. Os dois ou três casos pessoais que conheço do século passado, levam-me a concluir que era uma gente naturalmente cheia de limitações, mas digna, direita, capaz de repetir no fim da vida a palavra com que se comprometera no início dela. Além disso heróica nas suas dores, sofrendo-as ao mesmo tempo com a tristeza do animal e a grandeza da pessoa. Agora é esta ferocidade que se vê, esta coragem que não dá para deixar abrir um panarício ou parir um filho sem anestesia, esta tartufice, que a gente chega a perguntar que diferença haverá entre uma humanidade que é daqui, dali, de acolá, conforme a brisa, e uma colónia de bichos que sentem a humidade ou o cheiro do alimento de certo lado, e não têm mais nenhuma hesitação nem mais nenhum entrave.



Aquele que tudo julga fácil, encontrará muitas dificuldades
Autor: Lao-Tsé

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Lula decreta primeira comunidade quilombola no Sapê do Norte

Os territórios quilombolas de Serraria e São Cristovão, em São Mateus, foram reconhecidos oficialmente como área de interesse social pra fins de desapropriação. A região é a primeira reconhecida como território pertencente aos descendentes de escravos capixabas no Sapê do Norte, que compreende os municípios de São Mateus e Conceição da Barra, no norte do Estado.

Com a medida, dizem os quilombolas, além de terem sua luta reconhecida, os negros garantiram a certeza de que seus direitos estão assegurados.

Divulgado pelos próprios quilombolas, e pela coordenadoria do Programa de Regularização de Territórios Quilombolas do Incra-ES, o decreto define como território quilombola uma área de 1.219 hectares, situada no município de São Mateus, norte do Estado, onde vivem atualmente 48 famílias quilombolas.

“Este decreto trouxe a certeza de que os territórios pleiteados pelos quilombolas vão de fato voltar para a comunidade”, afirmou a coordenadora do Programa de Regularização de Territórios Quilombolas do Incra-ES, Domingas Dealdina.

A decisão do presidente corresponde à expectativa dos negros do Estado, que reivindicam o reconhecimento de suas terras em meio ao desemprego, à desnutrição e à exposição a situações de violência devido à disputa de terras na região.

A informação é que, após a indenização aos imóveis particulares, as terras quilombolas serão tituladas. Ambos localizados às margens do rio Cricaré, os territórios quilombolas declarados como de interesse social para fins de desapropriação são reconhecidos como um só pela comunidade. Segundo os quilombolas, a própria comunidade se identifica como sendo única, com uma única história.

A informação é que o nome Serraria é explicado pelo fato de que se serrava muita madeira naquela área, que possuía densas matas. Já a área de São Cristóvão é considerada “filha” de Serraria.

“As origens da comunidade remanescente de quilombos de São Cristóvão e Serraria são traçadas a partir do presente, pelos membros da comunidade que possuem uma memória do passado de seus ancestrais. A história começa na memória do grupo tendo como marco a chegada ao Porto de São Mateus”, contou Domingas Dealdina.


Flavia Bernardes

domingo, 26 de dezembro de 2010

07 a 12 de dezembro de 2010.



O encontro particularmente por mim enquanto educador voluntário foi de igual teor das minhas ansiedades de está junto a novas vivencias e experiência, a fim de melhorar a minha busca, e de aperfeiçoamento do meu fazer na educação de base.


A receptividade da ciranda em caracóis foi de modo conturbado, pois a chegada dos educadores da RECID - Brasil proporcionou incomodo dos mesmos, pelo motivo de ter que ficar no aeroporto à espera dos companheiros educadores dos outros estados, no intuito de que todos chegassem ao local de encontro junto.


A mística em caracóis de acolhidas nos primeiros momentos que marcou o inicia do encontro, onde nos fez refletir enquanto rede e nossas especificidades da busca do bem comum a todos. Esse bem comum é entrelaçado em uma tecelagem ao corpo do caracol, que em sincronia de movimento faz com que se mova, assim é a recid,temos que se mover,relacionar,buscar e empondera-se em sincronia para efetivarmos e consolidarmos nosso fazer na base e na rede.


O encontro deu em especial discussões mais afloradas nos GT´s,onde as dinâmicas de gestão compartilhada dos trabalhos foram singular a cada um.

As discussões se entrelaçaram em meio a organicidade, sustentabilidade e conjuntura política da rede, aflorando as reflexões de estamos com um pé dentro do governo e outro fora do governo, deixando assim umas perguntas. queremos continuar com um pé dentro do governo? Vamos ser movimento social do governo? Tirar o pé do governo, como vamos nos sustentar como rede? Educação popular só se faz com dinheiro?